













A culpa não é sua. Não é isso que ouve constantemente? A culpa não é sua. Prólogo: Uma sociedade que vive ou sobrevive, consome e consome-se vorazmente, afogando o discernimento. Vive-se no mundo que todos têm razão, mas ninguém ouve, falam todos ao mesmo tempo, afogando a compreensão. Vive-se o belo, o intenso, o frio, o plástico, o frívolo, que de carne e sangue quase nada tem, padroniza-se uma humanidade na qual emergem incongruências, lacunas e carências. E depois? A depressão, os conflitos, a autodestruição.